Tomorrow never knows...

Tomorrow never knows...
It is not dying, it is not dying.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

...

Eu queria um abraço apertado, um beijo molhado e um rosto colado.
Eu queria um edredon humano me abraçando de conchinha e me fazendo cafuné até dormirmos como bebês.
Eu queria acordar com olhos sorridentes me dizendo bom dia e levantar acompanhada por uma profunda alegria.


Eu queria dizer 'ne me quitte pas' e não ser deixada numa segunda à noite. Um dia sem sentido como hoje. Eu queria uma companhia e um carinho gostoso.
Carência acompanhada de chá de morango, pijama da avó e laka não dá muito certo.

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