Tomorrow never knows...

Tomorrow never knows...
It is not dying, it is not dying.

domingo, 23 de maio de 2010

Purê.

Às vezes eu me sinto um purê de batatas. Fico cozinhando, tiram minha casca e depois sou espremida. Vou lá para a panela com manteiga, tempero e leite. Aí me misturam e misturam. Chego a ficar tonta. Aí depois de pronta e quentinha, me comem sem pudor. Somos purês de batatas. Em várias situações. A vida inteira vai ter alguém para te cozinhar, espremer e comer. Depende só da interpretação. E o engraçado é que isso também acontece literalmente, é só prestar atenção.

Nenhum comentário:

Postar um comentário