Tomorrow never knows...

Tomorrow never knows...
It is not dying, it is not dying.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Sacrifice.

Eu só me sacrifico em alguma coisa se for realmente muito, mas muito importante. Talvez seja por isso que nenhum namoro meu durou. Chega na hora de sacrificar um monte de coisas pelo outro e eu pulo fora. Não é errado se preservar.
Dessa vez, resolvi que não quero sacrificar minha saúde. Principalmente a mental, porque já sou estressada demais, imagine se eu acordasse às 5 da manhã todos os dias!

Pois é, fiquei muito chateada, mas eu sei que não conseguiria. Conheço meus limites e no momento isso não é tão imprescindível assim.
Eu tenho a faculdade e deixei ela bastante para trás para me dedicar a um treinamento que nem vou começar a colocar em prática agora. Tudo bem, seria pior sacrificá-la ainda mais tendo horário a cumprir e cliente a atender. Não renderia em lugar nenhum e eu só iria querer dormir.

Quando começar a trabalhar na minha área, nenhum sacrifício será demais. Quando você ama o que faz, você nem se sacrifica vai, faz por prazer. Okay, isso não inclui-se no tal do "namoro", porque aí é uma conversa mais complicada que merece um post separado.

Enfim, só precisava desabafar. Não estou sendo incapaz, estou sendo sensata. Posso prever as consequências antes de acontecerem, porque eu já vi isso antes. E não, não seria diferente.

Não me arrependo de ter me dedicado. Afinal, na próxima vez eles me chamam de novo. Só não posso me sacrificar por algo que eu sei que não vou amar (de jeito nenhum) e que pode me fazer mal para a saúde. O meu futuro está em outro lugar. Na Avon e nos cachecóis, HAHAHAHAHAHA.

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