Tomorrow never knows...

Tomorrow never knows...
It is not dying, it is not dying.

sábado, 31 de julho de 2010

Não sei dançar - Marina Lima

Às vezes eu quero chorar,mas o dia nasce e eu esqueço.
Meus olhos se escondem onde explodem paixões...

E tudo que eu posso te dar, é solidão com vista pro mar. Ou outra coisa pra lembrar...

Às vezes eu quero demais e eu nunca sei se eu mereço.
Os quartos escuros pulsam! E pedem por nós...
E tudo que eu posso te dar, é solidão com vista pro mar. Ou outra coisa pra lembrar...
Se você quiser, eu posso tentar.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Um passo de cada vez, para que não haja quedas. Alguns tropeços com certeza, mas me segura que eu te seguro também.
É hoje um novo dia e é o que a gente tem. As coisas irão suceder com tranquilidade e muita calma. Vamos lá, quero ver a coragem para se entregar de corpo e alma. Pode ser que não aconteça. Se não for, talvez a gente não mereça.
Os vínculos se estreitarão daqui pra frente, você sabia? Talvez eles desatem, talvez eles se apertem, talvez eles só estejam vivendo o momento presente sem pensar que o amanhã pode nem chegar.
Sinto como se lesse uma nova página de você a cada dia. Mesmo que sua vida não seja um livro aberto, mesmo que não seja uma página inteira, é um trecho. Sinceramente, talvez eu não gostasse de ler um livro tão complexo, parece até ser de suspense. Para nossa sorte (ou azar) eu me atraio pelas coisas difíceis, de verdade. É que nunca nada foi tão fácil pra mim. Pelo menos é o que eu acho. E suspense é bom. Me estimula, me deixa curiosa e com sede.
São muitas diferenças, gritantes eu diria. Complementares? Vai saber. Como eu disse no início, um passo de cada vez, para evitar as quedas. Tropeçar é inevitável, eu tropeço sempre, todos os dias. Tropeço ainda mais quando penso incessantemente em coisas que eu deveria relevar.
Só sei que eu quero. Quero os passos lentos em direção do lugar que nem sabemos qual é. Quero um dia comum cheio de risadas e o sol batendo na cara. Quero que você me segure se eu for cair. Quero ler e reler esse livro tão interessante. Descobrir cada detalhe, cada mistério e conhecer o que for possível.
E se eu tropeçar e cair na minha ansiedade, não se assuste, eu sou assim mesmo. Eu não quero que ninguém se machuque. Muito menos você. Então, se tropeçar, eu te seguro também. Posso parecer fraquinha pelo meu tamanho, mas eu desconheço a minha força em casos de necessidade. Só sei que ela expande muito mais do que possamos imaginar.
Um passo de cada vez. Um barquinho indo lentamente pra qualquer lugar. E nós. Caminhando, tropeçando, lendo e escrevendo novas linhas, novos capítulos. Porque hoje é um passo, amanhã pode ser mais de um ou nenhum...ou eu talvez só esteja aqui enchendo lingüiça e agora eu fodi com o meu texto porque eu sempre acabo fazendo isso quando estou morrendo de sono e não sei mais o que escrever e poetizar...Mas é isso aí.

domingo, 25 de julho de 2010

São as coisas que acontecem assim que me deixam mais maluca da cabeça. É tudo muito diferente e pra mim muito melhor do que eu poderia um dia imaginar. E eu estou muito feliz apesar de alguns pesares e me sinto motivada a seguir em frente bem desse jeito. E claro, melhorando sempre que puder. E as coisas estão entrando nos eixos. Eu sei. De qualquer forma, tudo que é e será vivido, é e será tão mais intenso do que qualquer coisa nessa vida doida aí. Inesquecível. É como eu consigo imaginar. E agora outras mudanças. Hora de exercitar mais a mente e o esqueleto. Movimentação.
É muito bom estar aqui, agora.



Come with me, I'll be waiting right there by the corner. Come with me until we end up tired, or leave me alone. Don't leave me alone.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Could stare at your face for the rest of my days.








:)

segunda-feira, 19 de julho de 2010

360°

Na minha cabeça tem passado um monte de incerteza. São muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo e a minha capacidade de assimilar tudo isso parece nula. Busco entendimento e me equivoco o tempo todo. O que vai ser amanhã? Como será a minha casa nova? Aonde é que eu e as meninas iremos morar? O que tá acontecendo? Isso tá certo? E eu devo agir de que maneira a partir de agora? Pra que direção eu vou?

Me sinto uma barata tonta bêbada de inseticida.

Mais uma vez eu tropeço em peças que o destino prega em mim. Tropeço e vou com gosto em cima delas. Eu não tenho medo de me machucar. Mas eu acabo quebrando a cara de vez em quando, é natural.
Foi um giro violento de 360°. A vida de ponta cabeça e eu penduradinha pelas pernas, quase caindo. Alguém aí me puxa de volta?
As feridas que doem vão cicatrizar hora ou outra e só os risos e as lembranças boas ficarão em evidência nos meus pensamentos.

O apego é um grande mal da humanidade. Me apeguei a esta casa, aos meus momentos e às coisas que vivi. Agora quando as vejo evaporando, sinto uma pontinha de tristeza. Mas vai passar. E mais uma vez eu vou me apegar por outra casa, por outros momentos e por outras coisas. Faz parte de todas as voltas que essa vida dá.

sábado, 17 de julho de 2010

Liar, liar.

Escorre pelos dedos e eu finjo nem prestar a atenção. Quando eu percebo já foi tudo. Pois é. Inconsequente. Inconveniente. Acontece sempre, sempre! É como se um ímã desse tipo de coisa estivesse embutido em mim. E eu sei que as coisas irão acontecer de um jeito que eu não quero que elas aconteçam, mas eu vou acabar me conformando de qualquer forma.
Os olhos já nem denunciam tais atos. Não percebe-se o que há e fica tudo assim, normal. O inimaginável está escancarado aos olhos de quem quiser enxergar tais verdades há tanto tempo escondidas. Foi de um baú aberto em outra dimensão. Indimensionáveis formas de saber o que é real e o que já se esvaiu deste mundo esquisito.
É tudo estranho daqui. Mais estranho ainda é saber que eu sou assim e não vou mudar. Será que é tão ruim? Será que eu aguento tranquilamente carregar este fardo? Não sei. É um passo de cada vez. Mas eu nunca ando direito, só tropeço.
Não me venha com meios-termos. Com mais ou menos ou qualquer coisa.
Venha à mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar.

Marla Queiroz

Cobertor

Mas tá um frio danado e eu tô meio que tremendo. O que eu tô fazendo aqui ainda com a lampadinha da web cam na minha cara? Mas essa blusa tá com um cheiro muito bom.
As coisas estão turbulentas. Muitas mudanças drásticas de uma só vez e só esse suco de maracujá que a Tal me trouxe agora pra me acalmar!
Eu sou a maior catástrofe da humanidade. Eu gostaria de não ser tão eu. Vai entender.
Não dá. Não consigo escrever, tá muito frio. Preciso tirar a maquiagem e ir dormir.
Que preguiçaaaa!


Ow Tal, dá mais um pouco desse maracujá ae.

sábado, 10 de julho de 2010

Esmalte descascado.

É óbvio que quando somos adolescentes tudo é dramático. Sempre tem aquela vontade de quebrar as regras e ser alguém que os outros enxerguem. Isso é uma grande e ridícula porcaria! Eu assisti um filme hoje que falava sobre pessoas problemáticas. É, por trás dos pompons da torcida existe uma garota que só queria alguém que a levasse a sério. Por trás do psicólogo de toda a turma existe um garoto criado pela mãe rica e depressiva enquanto o pai está na cadeia por sonegação de impostos. Sem contar no diretor da escola que virou alcoólatra depois que a mulher o deixou pelo amante. Tudo bem, é só mais uma história americana de gente rica e revoltada. É isso que vende. Mas quem se importa?
Eu liguei a televisão e tava passando Barbie. Esse das mosqueteiras eu não tinha assistido ainda e só vi o final também. A Barbie no meu ponto de vista é alguém que nunca vai existir, porque ninguém é tão benevolente e cheio de qualidades quanto ela. Mas a intenção da boneca não é transformar as meninas em fúteis, anoréxicas e coisas do tipo como eu sempre ouço falar por aí. Ela nem é preconceituosa, porque existem Barbies de todas as etnias, certo? Eu nunca tive muitos Kens, então minhas Barbies eram lésbicas às vezes. Acho que é por isso que eu tenho tantos amigos gays.
O que eu quero dizer é que as pessoas se preocupam demais com as aparências e se esquecem da essência. Mas é mais do que comum né? Pra que se importar quando você tem um Porsche amarelo conversível na garagem e um cartão de crédito sem limite?
Eu sou o tipo de pessoa que nunca vai ter uma coisa dessas na vida. Não quero cartão de crédito e me dê um Fusca que eu já fico feliz.
Você não precisa ser transtornado por causa dos seus problemas. Pense bem em quem tem muito mais problema do que você e tá vivendo, correndo atrás e sendo feliz.
Não vou ligar de ter meu esmalte descascado depois de lavar a louça, porque nem na manicure eu vou mesmo.

Quer saber? Essa merda toda que se foda!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Fase de engorda.

Eu tenho comido o tempo todo. Acho que é ansiedade. Não aguento mais ter tanto tempo livre pra escrever merda no meu blog de qualquer jeito. Eu tenho comido demais mesmo. Cadê minhas bananas? Adoro banana na comida e na minha sempre vai azeite. Cozinhar é muito bom e é louco o modo como as coisas se transformam na panela. Esse lance de larica é tenso. Comidas que nem existem vão surgir e eu vou comer como se não houvesse amanhã!
Eu engordei 2 kg. Eu ainda não acredito. Claro que não é o fim do mundo, mas eu engordei muito rápido dessa vez. Sou a pessoa mais burra do mundo e acabei de queimar o strogonoff. Tomara que o arroz não queime também!
Então, eu tenho comido pizza e churrasco no fim de semana. E depois eu não sei porque tenho 2 kg a mais distribuidos na minha bunda, nas minhas coxas e na minha barriga. Tô na fase da engorda. Espero não começar a usar tamanho 40. Já foi traumático sair do 36 pro 38.
Isso me fez parecer uma garota ex-bulimica que usa cor de rosa em tudo e nem sabe fazer miojo.
Comprei vários incensos hoje. Preciso voltar pra ver o arroz. E ai que tédio. Vou fazer Yoga, sei lá. Andar de bike, pilates? Vou pra Ilhabela logo. AI! O arroz me chama.

Britney.

Hoje eu tava conversando com a Tal de manhã quando um cara gritou no portão: "Entrega para Júliaaa"! Eu fui atender, tinha acabado de secar a franja. Era um pacote da Saraiva, aquela livraria. Os cds que o Raul me mandou de Sampa. O menino das figurinhas mesmo tão distante e diferente se lembrando de mim. Sua recomendação: dois cds da Britney Spears. Blackout e Circus. Confesso que gosto das músicas Radar, Womanizer e If u seek Amy. Assisti "Crossroads,Amigas para Sempre" com a minha mãe no cinema, em Piracicaba. Naquela época eu conheci o Raul em frente à banca de jornais da praça da matriz em Tatuí. Ele me abordou na porta da banca: "MENINA, MENINA! Você coleciona figurinhas do Harry Potter?!" - sim, eu colecionava mesmo e era isso que eu tinha ido comprar. Já trocamos telefones e endereços para nos encontrarmos para eventuais trocas de figurinhas. Depois eu nunca mais o vi. Mas eu conheci a Li e a Ju na internet e achei que tinha um tal de Raul familiar pra mim. E eu fucei o orkut dele. Foi engraçado. Depois de anos eu encontrei meu menino das figurinhas no orkut da minha amiga nova. E eles eram melhores amigos. Viraram os meus. Como eu sinto falta das tardes e do tempo em que todos morávamos pertinho um do outro, nossa! E a gente via vídeos e comia pão de mel da tia Mara na casa da Ju. E o Raul sempre rebolando aquela bunda dele fazendo as coreografias das Pussycat Dolls. Brigadeiro queimado da Aliny. Os cabelos coloridos e as fotos do show do Simple Plan no orkut do Raul. Agora a Britney veio pra minha casa pra me fazer lembrar do Raul mais do que sempre. Eu ainda tenho muito de vocês em mim. Seja a Britney, o My Chemical ou a Fresno. Serão sempre os melhores momentos da minha vida. Vários deles. E agora eu vou fazer as unhas. Queria mais daquele docinho da padaria. Mas eu empobreço demais comendo! Vou fazer dieta, engordei 2 kg, COMO ASSIM? Também, do jeito que eu como, nossa! Falando nisso, vou fazer um arroz pra comer com aquele strogonoff que sobrou.