Tomorrow never knows...

Tomorrow never knows...
It is not dying, it is not dying.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

360°

Na minha cabeça tem passado um monte de incerteza. São muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo e a minha capacidade de assimilar tudo isso parece nula. Busco entendimento e me equivoco o tempo todo. O que vai ser amanhã? Como será a minha casa nova? Aonde é que eu e as meninas iremos morar? O que tá acontecendo? Isso tá certo? E eu devo agir de que maneira a partir de agora? Pra que direção eu vou?

Me sinto uma barata tonta bêbada de inseticida.

Mais uma vez eu tropeço em peças que o destino prega em mim. Tropeço e vou com gosto em cima delas. Eu não tenho medo de me machucar. Mas eu acabo quebrando a cara de vez em quando, é natural.
Foi um giro violento de 360°. A vida de ponta cabeça e eu penduradinha pelas pernas, quase caindo. Alguém aí me puxa de volta?
As feridas que doem vão cicatrizar hora ou outra e só os risos e as lembranças boas ficarão em evidência nos meus pensamentos.

O apego é um grande mal da humanidade. Me apeguei a esta casa, aos meus momentos e às coisas que vivi. Agora quando as vejo evaporando, sinto uma pontinha de tristeza. Mas vai passar. E mais uma vez eu vou me apegar por outra casa, por outros momentos e por outras coisas. Faz parte de todas as voltas que essa vida dá.

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