Tomorrow never knows...

Tomorrow never knows...
It is not dying, it is not dying.

sábado, 17 de julho de 2010

Liar, liar.

Escorre pelos dedos e eu finjo nem prestar a atenção. Quando eu percebo já foi tudo. Pois é. Inconsequente. Inconveniente. Acontece sempre, sempre! É como se um ímã desse tipo de coisa estivesse embutido em mim. E eu sei que as coisas irão acontecer de um jeito que eu não quero que elas aconteçam, mas eu vou acabar me conformando de qualquer forma.
Os olhos já nem denunciam tais atos. Não percebe-se o que há e fica tudo assim, normal. O inimaginável está escancarado aos olhos de quem quiser enxergar tais verdades há tanto tempo escondidas. Foi de um baú aberto em outra dimensão. Indimensionáveis formas de saber o que é real e o que já se esvaiu deste mundo esquisito.
É tudo estranho daqui. Mais estranho ainda é saber que eu sou assim e não vou mudar. Será que é tão ruim? Será que eu aguento tranquilamente carregar este fardo? Não sei. É um passo de cada vez. Mas eu nunca ando direito, só tropeço.

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