Tomorrow never knows...

Tomorrow never knows...
It is not dying, it is not dying.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Às vezes eu gostaria de poder anular qualquer tipo de sentimento que existe em mim. Seja bom, seja ruim. Às vezes eu gostaria de poder tirar esse sentimento e deixar ele ali quietinho. Sem cutucar, sem machucar, sem me desafiar o tempo todo.
Eu me importo até demais. Eu gosto até demais. Gosto mais do que gostaria, poderia ou deveria gostar. Não existe uma fórmula para evitar isso, não existe uma maneira de controle e nem nada do tipo. Pelo menos comigo não funciona, porque eu tento diariamente não me importar tanto e me fazer de desentendida.
Um turbilhão. Tantas coisas, tantos pensamentos errôneos e tantas dúvidas. A certeza é que não há possibilidade de desistência, porque eu já mergulhei. Só espero não me afogar. Às vezes sinto o meu fôlego acabando e é justo nessa hora que você chega com um sorriso e me salva de um monte de aflições.
Que coisa chata. Você não precisa nem fazer nada, só estar vivo, só estar bem, só sorrir para mim e eu já desmonto.

Pois é. Não dá para anular, não dá para esquecer. E desistir? De você? Não. Agora não. Sei que amanhã também não. E pode ser até que eu desapareça da sua vida e você da minha, mas no fundo, eu sempre estarei esperando mais um sorriso sincero e um abraço apertado. E jamais desistirei de ver você feliz, mesmo que de longe, mesmo que você nem lembre mais de mim, porque infelizmente (ou felizmente) eu me importo muito mais do que gostaria, deveria e poderia me importar.

2 comentários:

  1. que lindo Jú *-*, concordo plenamente!

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  2. Bizarra a maneira como me identifico com seus textos... parece até que fui eu quem escrevi!

    MEDO!
    Lindo texto Jú!!

    *bjoO!

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