Tomorrow never knows...

Tomorrow never knows...
It is not dying, it is not dying.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Queria muito um chá, de sumiço.

Já há algum tempo não sinto essa vontade de tomar um chá de sumiço. Parece que muitas coisas se acumulam com o decorrer dos dias e quando a gente vê, está com aquela vontade de sumir novamente. Sabe como é, fugir dos problemas, ir a um lugar aonde ninguém vai te conhecer ou te encher o saco.
Posso dizer que hoje, ontem, anteontem... Senti vontade disso tudo.
Aí vem o: MAS, não dá. Trabalho, casa, sustento, estresse. Ser adulto é muito TENSO. Claro que há recompensas, porém, todos sabemos que quando se está a ponto de explodir, tudo parece meio sem sentido. É como se ficasse um vazio, porque ao mesmo tempo em que você quer soluções, quer se refugiar em algum lugar e simplesmente esquecer o que incomoda.

BLABLABLABLABLA, eu sei.
Mas é o que eu estou sentindo agora. Queria ir para um lugar onde não pensasse em nenhum dos meus problemas. Ir para um lugar onde não existe responsabilidade, tempo, espaço ou qualquer coisa que imponha regras ou sei lá, dinheiro. É por causa desse tipo de coisa que as pessoas ficam loucas.
Eu sei que tenho que parecer (e ser) forte, agüentar firme e tudo o mais, só que parece que hoje eu acordei com preguiça.
Quero acordar amanhã com pensamentos melhores, positivos e não me preocupar tanto com o que pode ou não acontecer na minha vida. De qualquer maneira, queria apenas ter um botão de ‘off’ em algum lugar, assim meu cérebro descansaria. Como não sou um robô, não rola. Rola apenas deixar a bad passar e ir enfrentando do jeito que dá.

Eu acho que ainda tenho muito medo de muitas coisas. Tenho medo de algumas mudanças e medo de surtar de repente, nunca se sabe. Mas do que eu mais tenho medo, é de não conseguir resolver tudo o que eu preciso. Medo de ficar sempre assim, querendo sumir e não pensar em mais nada.

Mas como diz a minha mãe, é só mais uma fase.

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