Tomorrow never knows...

Tomorrow never knows...
It is not dying, it is not dying.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Eu tenho me sentido feito cego em tiroteio. Não sei pra que lado eu vou e não sei qual escolha fazer. Parece que eu só tô levando, deixando rolar. Dentro de mim, tem um emaranhado de perguntas sem resposta que só me levam cada vez mais perto da insanidade.

Às vezes eu tenho a impressão, de que mesmo tendo um mundo de opções nas mãos, não tenho opção nenhuma à minha frente.
Tudo parece tão distante, tão difícil. Será que era pra ser assim mesmo? Será que eu tenho que continuar tentando? E se eu desistir, o que vai acontecer? Se eu desistir, vai ser fraqueza ou cansaço?

Me sinto tão só e também tão rodeada. A realidade se confunde o tempo todo. Fico pensando se não é só mais uma peça que a vida prega. Fico pensando se serei recompensada por tanto esforço. Eu me esforço mesmo ou só falo sobre isso? Eu já nem sei.

Não sei quem eu sou. Nunca fui como estou. Essa outra eu, ainda não conheço bem e sinceramente, não gosto muito dela. Ela vive com medo. Ela vive chorando. Ela vive sonhando acordada com os dias melhores que virão. Ela age e cansa. E cansa cada vez mais.

Preciso de ajuda. Preciso que esse peso saia das minhas costas, para poder voltar a acordar com a cabeça leve sem preocupações. Sinto que se algo não mudar, vou definhar e não quero desistir dessa experiência maravilhosa chamada VIDA.

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