Tomorrow never knows...

Tomorrow never knows...
It is not dying, it is not dying.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

...I can't.

Chega uma hora em que percebe que quanto mais você continuar dando 'murro em ponta de faca', tudo será pior depois. Vai haver ferimentos profundos demais para cicatrizar. E aí você se questiona sobre sua vida e sobre o que quer de verdade. Começa a olhar e a enxergar tudo o que está errado e não te faz feliz.
Chega uma hora em que ciclos têm de se encerrar, para receber um novo e ter a oportunidade de não cometer os mesmos erros e evoluir.
Por quanto tempo mais irá deixar de ouvir a si mesmo? Quanto tempo mais vai deixar de fazer o que quer? Quanto tempo mais vai deixar de se amar em primeiro lugar?
Ninguém disse que viver seria fácil. Mas tem coisas pequenas que nem percebemos que podem sim amenizar muitas das dificuldades que encontramos em nossos caminhos. As pessoas sempre se esquecem que nas pequenezas, existe muito significado. O ser humano fora de sua frequência natural, deixou-se levar pela dura realidade de trabalhar para se sustentar e além de tudo ter que engolir vários sapos por dia.
Mostra que não vale a pena. Tem que cuidar de si. Fazer o que gosta, o que quer e ser parte do todo sem se preocupar tanto com o material, deixar para lá o ego. Apenas encontrar a felicidade e a paz interior. Porque embora busquemos a felicidade em outrem, ela está em nós mesmos; ficamos cegos com o "brilho" e a "fumaça" dos dias em que vivemos.

É por isso que desgastar-se é perda de tempo. É só mais uma oportunidade para ferir-se cada vez mais, quando se tem a opção de seguir em frente.

My fingertips are holding onto the cracks in our foundation,
And I know that I should let go,
But I can't.
And everytime we fight I know it's not right,
Everytime that you're upset and I smile.
I know I should forget, but I can't.

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