Tomorrow never knows...

Tomorrow never knows...
It is not dying, it is not dying.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

"O amor"

Tenho observado muito. Observado as pessoas, observado a vida delas e observado o amor.
Depois de tanto tempo VIVENDO o 'amor'; agora eu tenho a oportunidade de observá-lo, já que eu não estou amando ninguém - no momento.

Muitas coisas têm se esclarecido. Como separar amor de paixão. Ninguém consegue fazer isso, porque chamam paixão de amor o tempo todo e tudo se confunde desde aí.
É certo que de nada adianta discorrer a respeito disto, pois o amor/paixão foram feitos para serem sentidos e não entendidos (olha o clichê barato aí, genteee).

Acho que o fato de agora poder observar de longe, eu consigo ver os prós e contras de se ter um relacionamento. Estou revendo meus conceitos a respeito. Acho que depois de um certo tempo e uma certa bagagem de informações a gente passa a viver o que chamamos de amor, com mais maturidade e sendo assim não existe tanto sofrimento.
Algo que é tão bonito e todo mundo tem mania de foder com tudo com ciúme, com desrespeito, com descaso, com mesquinharia...faz perder todo brilho.

Amor é o carinho dado, o beijo roubado, o riso envergonhado. Amor é o abraço sincero, a companhia agradável e a vontade de estar junto. Amor é a cumplicidade e a amizade. É um pôr-do-sol que você quer sempre ver outra vez. Amor é a música que você mais gosta. É o teu prato predileto.

Mas, sempre tem um MAS...

Na real, se o amor fosse livre como deveria ser, seria muito mais lindo. Mas são tantos estereótipos, são tantas coisas para se carregar junto com ele.
Acho que é por isso que fico feliz de estar em paz com ele agora. Não tenho com quem me preocupar, a não ser comigo. Me faz bem, até a hora que o bichinho me picar de novo e eu entrar na pira que é apaixonar-se, doar-se...não tenho pressa nenhuma aliás.


Pois é.




A luz apaga porque já raiou o dia
E a fantasia vai voltar pro barracão
Outra ilusão desaparece quarta-feira
Queira ou não queira terminou o carnaval.
Mas não faz mal, não é o fim da batucada
E a madrugada vem trazer meu novo amor
Bate o tambor, chora a cuíca e o pandeiro
Come o couro no terreiro porque o choro começou.
A gente ri
A gente chora
E joga fora o que passou
A gente ri
A gente chora
E comemora o novo amor.


Novo Amor, Mariana Aydar.

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