Tomorrow never knows...

Tomorrow never knows...
It is not dying, it is not dying.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Quem?

Não seremos mais os mesmos quando as luzes apagarem? Não seremos mais os mesmos quando as portas forem trancadas? Não seremos mais os mesmos. Não somos mais. Quem seremos? Olharemos na mesma direção? E o que bate aí dentro, é mesmo seu coração? Pois parece que não seremos mais aqueles que dão passos na mesma direção. Quem é? Quem sou? Quem fui? Quem serei? E tudo se faz nebuloso se quem completa o NÓS não está. Quando o que sobra sou somente EU, bom, já não consigo mais explicar.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Your face is like a melody...

E todas as páginas viradas. Cansadas. As folhas que jaziam num canto, parecendo velhos pergaminhos, rotos. Como num sonho no fundo do mar, naquele mundo diferente. Com um milhão de maravilhas desconhecidas. Inconstantemente penso num espaço longínquo onde não há gravidade e os planetas flutuam a nosso redor com suas cores e luzes entorpecentes. E explodem fogos de artifício como se fosse ano novo. É como se tivesse chegado o melhor momento de sua vida. E você agarra ele com todas as forças. Ao olhar, ouvir, sentir... De que vale? Por que não valeria? Como? Não é? Será? Seria? O mochileiro das galáxias perdido no espaço sideral com a sereia dos mares cósmicos... E uma inspiração que me levou aos lugares onde gostaria de ir. Só. Bem. Quem sabe. Não. Talvez. Pode até ser, acompanhada. Mas não. Não é o que pensas. Não me dirijo a ti. Este coração é livre. Na dança do mar, na dança do espaço. Vou, me desfaço. Já não há o que perder. Hesitar. Afligir. E com uma força desconhecida, novas sementes são plantadas. Uma de cada vez. Sem pressa de crescer e ver o futuro se desenhar. Porque de forma ou outra, o senhor tempo, leva-o como uma melodia suave que passa numa noite de maresia. As páginas em branco. Prontas para serem devoradas por novas experiências. Coisas raras de se ver. Novas aventuras. E o que virá, a seguir?

terça-feira, 22 de maio de 2012

Show do CPM

Estava tão triste Quando você me disse Que havia algo errado entre nós Meu mundo girava e o seu controlava O que havia de errado no meu Eu desci as escadas, as velhas escadas Sem medo de olhar o que eu deixei pra trás Eu continuo do mesmo lado E não vou mudar minha opinião Tênis furados e alguns trocados Relógio quebrado e poluição Eu senti em minha volta a dor da derrota Quem foi que escolheu (refrão) Sobre os meus próprios passos Vou caminhar Sobre os meus próprios passos Nunca mais vou errar (refrão) Sobre os meus próprios passos Vou caminhar Sobre os meus próprios passos Nunca mais vou errar Tênis furados e alguns trocados Relógio quebrado e poluição Eu senti em minha volta a dor da derrota Quem foi que escolheu (refrão) Sobre os meus próprios passos Vou caminhar Sobre os meus próprios passos Nunca mais vou errar (refrão) Sobre os meus próprios passos Vou caminhar Sobre os meus próprios passos Nunca mais vou errar ................................

quinta-feira, 17 de maio de 2012

sábado, 12 de maio de 2012

Emaranhado inexplicável. a maior das maiores bagunças. Solidão. Saudade. Vontade. Falta algo... uma surpresa boa, uma aventura... um salto do penhasco mais alto. Vazio, de volta.