Tomorrow never knows...

Tomorrow never knows...
It is not dying, it is not dying.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Your face is like a melody...

E todas as páginas viradas. Cansadas. As folhas que jaziam num canto, parecendo velhos pergaminhos, rotos. Como num sonho no fundo do mar, naquele mundo diferente. Com um milhão de maravilhas desconhecidas. Inconstantemente penso num espaço longínquo onde não há gravidade e os planetas flutuam a nosso redor com suas cores e luzes entorpecentes. E explodem fogos de artifício como se fosse ano novo. É como se tivesse chegado o melhor momento de sua vida. E você agarra ele com todas as forças. Ao olhar, ouvir, sentir... De que vale? Por que não valeria? Como? Não é? Será? Seria? O mochileiro das galáxias perdido no espaço sideral com a sereia dos mares cósmicos... E uma inspiração que me levou aos lugares onde gostaria de ir. Só. Bem. Quem sabe. Não. Talvez. Pode até ser, acompanhada. Mas não. Não é o que pensas. Não me dirijo a ti. Este coração é livre. Na dança do mar, na dança do espaço. Vou, me desfaço. Já não há o que perder. Hesitar. Afligir. E com uma força desconhecida, novas sementes são plantadas. Uma de cada vez. Sem pressa de crescer e ver o futuro se desenhar. Porque de forma ou outra, o senhor tempo, leva-o como uma melodia suave que passa numa noite de maresia. As páginas em branco. Prontas para serem devoradas por novas experiências. Coisas raras de se ver. Novas aventuras. E o que virá, a seguir?

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