Tomorrow never knows...

Tomorrow never knows...
It is not dying, it is not dying.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Livre.

Ele vai mais rápido que o vento.
Mais ligeiro que a flecha lançada.
Como um raio. Um cometa.
Talvez um marciano. Um astronauta.
Um tritão...
De fato. Voava. Não podia esperar.
Quando ficava, realmente estava ali.
Era uma eternidade, cada segundo.
E levantava-se para ir embora, sem pressa.
Um tchau/adeus/até logo.
Ele vai embora. Em breve ainda mais longe.
E não tem nada que prenda, nada que faça
ficar. Porque está sempre de passagem, por
todo lugar.
Livre.
Admirável.
Inteligente.
Indomável.
Com todo o coração e alma, entrega-se.
Quando ele for embora de vez, lembrará
do que aprenderam/fizeram.
Em outros lugares, em todos eles,
haverão muitos outros.
As pessoas todas livres.
Elas, eles. Todos.
Sempre.


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