Tomorrow never knows...

Tomorrow never knows...
It is not dying, it is not dying.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Tão diferentes
tal como água
vinho, cerveja
ou um conhaque qualquer...

Tão parecidos
desconfiados
esquisitos
inconformados
intranquilos...

Sem sentido,
paraíso perdido
de saudade
Sofrimento passado
um novo começo
ao seu lado...

Depois de ouvir
a razão suprimir
os desejos do coração
depois de tentar,
fugir em vão...

Batidos, mexidos
homogeneizados,
unidos...

Um amor oprimido
foi embora.
Sem demora a liberdade
trouxe novo amor
agora...

Aventura que se
estende no planeta
eu e você
na cauda de um
cometa.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Segui o horizonte
cheguei logo
de fronte
aos teus olhos de bronze

Coração triunfante
de desejos gigantes
Um sonho distante
realizou-se num instante

Naveguei nesse mar
onde o barco, chegou
a voar
Lá no ar, bem no ar

Segui o horizonte
Com seus olhos
 de bronze
logo de fronte

Naveguei nesse céu
onde as nuvens eram
como um véu

Meus sonhos...
teus lábios vermelhos
você no espelho
arrumando o cabelo


Naveguei nesse mar
onde o barco, chegou
a voar
Lá no ar, bem no ar



sábado, 20 de outubro de 2012

O que se espera...

O que se espera do tempo
desatino do destino
uma surpresa inimaginável.

O que se espera do amor
inigualável, incomparável.
Da saudade descabida
verdade sofrida
do ter e não ter.

O que se espera do dia
que será chegada a hora
de ouvir e ver o que será
do destino. Desatino.

Despindo-se de toda mágoa.
Deixando em águas passadas
aquilo que machucou.
Um novo começo...

O que se espera de um final
um começo melhor
um amor imortal.


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

E fez-se o fim dos tempos, sem você aqui.
Sem teu riso, teu pranto e encanto.
Acabou-se tudo. Esvaíram-se até mesmo
os pássaros, o sol e também as pessoas
deste lugar.
Meus olhos já se cansaram de debulhar.
As lágrimas quase que me afogaram.

E fez-se o silêncio, sem você aqui.
Como se houvesse ido embora o som.
Como se nada mesmo estivesse comigo. Nada.
Eu então estava no nada.
Olhando para todos os lados.
Queria te encontrar como que por sorte.
Mero acaso ou destino.

E fez-se o adeus.
As luzes se apagaram no nada.
Meus olhos cessaram, e eu,
sucumbi.
Deixa expulsar do peito
isso que não parece direito;
te amar.

Porque nem sempre
poderei ver o mar
nem nos teus olhos irei
me encontrar.

Talvez seja um sonho
quem sabe, aconteceu
Mas o que importa
é que você abra a porta
e saiba que sou eu.

Percorrer o mundo
falando do amor
ouvindo a dor.

O que realmente importa
é que não feche a porta
e me deixe entrar
E amanhã nada será
além dos teus olhos de mar.
Todos estão partindo.
Já fui eu.
Já foi ele.
Já foi ela.
Foram eles.
Olhei pela janela,
Ultimo adiós,
hasta luego ou
até algum dia.
Você disse pra mim
que talvez seja o fim.
Mas eu entendi,
como se fosse o sim.

Mar de espelho
Olho vermelho
dia esfumaçado.