Tomorrow never knows...

Tomorrow never knows...
It is not dying, it is not dying.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

E fez-se o fim dos tempos, sem você aqui.
Sem teu riso, teu pranto e encanto.
Acabou-se tudo. Esvaíram-se até mesmo
os pássaros, o sol e também as pessoas
deste lugar.
Meus olhos já se cansaram de debulhar.
As lágrimas quase que me afogaram.

E fez-se o silêncio, sem você aqui.
Como se houvesse ido embora o som.
Como se nada mesmo estivesse comigo. Nada.
Eu então estava no nada.
Olhando para todos os lados.
Queria te encontrar como que por sorte.
Mero acaso ou destino.

E fez-se o adeus.
As luzes se apagaram no nada.
Meus olhos cessaram, e eu,
sucumbi.

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