Tomorrow never knows...

Tomorrow never knows...
It is not dying, it is not dying.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Meus olhos insistem em tentar enxergar as entrelinhas das coisas que você diz.
Meu coração não decifra, meu cérebro se confunde. Tal como você, me ilude.
Meus pés parece que nunca chegarão a acompanhar os teus passos, apressados
e inconstantes.

Eu não queria ir embora. Foi uma fatalidade. Não queria me despedaçar e nem
a você. Muito menos poderia imaginar que um dia iríamos querer nos recompor, juntos.

Mas eu sinto que não sei jogar e tenho perdido pedaços de você no meio do caminho.
E nessa volta inteira que o mundo está completando, eu quero me encontrar com você.
Quase que faz um ano, que vi teus olhos pela última vez. E deixei seus braços me dizerem
adeus.

O que dói é não saber quanto de nós nos recompomos realmente. O que dói, é
nunca prever e entender o que diz à distância.
Que os teus braços me envolvam e teus olhos me digam a verdade. E restou mesmo
todo amor que a gente guardou, ou sobrou só a saudade...

Meus olhos cansaram-se de não se iluminar por não ter você aqui.

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